Arte....
Quem for assistir à peça, além de vários minutos envolvido numa situação tão humama e rotineira [impossível não se identificar com o trama!] e cuja representação é muito bem assumida pelos 3 atores da peça, será agraciado com um português tão bem escrito e falado - fato que acaba remetendo um saudosismo romântico que visavam os símbolos da brasilidade!
Eu realmente não definiria a peça como de cunho modernista, apenas.Diria que ela tem em si elementos realistas (eufemizados), românticos, barrocos e até, (quem diria!) parnasianos!
A única coisa que poderíamos caracterizar como sendo o "ladrão da aura", fugindo, é claro, da generalização de Adorno e Horkheimer, é o desfecho da peça, que se caracteriza pelo 'Happy end'. Porém - permitam a abertura deste parênteses- é um final feliz de uma sacada genial!
Mari! Queria dizer que só abri uma nova publicação no Blog, acerca do mesmo assunto, por não saber se as pessoas que visitam o site lêem os cometários, pois eu queria indicar uma crítica da peça feita pelo Gabriel do PET. Esta crítica está muito bem escrita e retrata, de maneira quase verossímel - temos que nos lembrar do lado subjetivo do julgamento dele -a produção teatral, em cartaz no Teatro Molière, no Aliança Francesa.